5 de fev de 2016

Simples assim.

Há uns dias atrás me peguei refletindo em todas as razões que me fizeram parar de escrever aqui no blog: muita resistência babona de oponentes indignos e muito plágio descarado. 

Naquela época eu achava tudo isso injusto.

Então eu resolvi parar de oferecer material, e puft! Os oponentes caíram porque viviam com o pensamento de manada instigada pela bandeira do ódio e os plagiadores "de repente" ficaram sem assunto. Alguns muito rapidamente, outros, meses depois. Para quem duvidava das minhas "alegações de plágio", basta dar uma olhada por aí para ver material novo. Quando muito, é material remastigado, com reciclagens sobre os mesmíssimos temas. 

Na contramão de tudo o que rolava - digo, do crescente surgimento de "bruxos-tradicionais-mestres-de-carteirinha-embora-mal-sucedidos-na-vida" - eu resolvi apagar todos os materiais do blog e dar foco ao trabalho que estava desenvolvendo sobre Magia da Lua. Agora uma pequena parte deste pessoal está no FB compartilhando figurinhas... e é isso.

É lógico que de vez em quanto algum surtado ainda lembra de mim, mas é só uma questão de ignorar que estas pessoas acabam buscando o próximo da lista de aborrecidos, aqueles que de repente possam dar bola ao pedido de ajuda que eles infelizmente não sabem colocar apropriadamente.

Mas chega de falar deste povo. Eles foram úteis para que eu percebesse que às vezes o melhor que podemos fazer é simplesmente parar de oferecer resistência e deixar que o tempo revele quem é quem. Por mais tempo que isso possa levar.

Agora eu não acho nada daquilo "injusto".

As pessoas são como são [e ponto]. Eu não vou mudar ninguém que não quer ser mudado [fato]. Estas pessoas só refletem os sintomas desta sociedade doente em que vivemos. No mais, o mundo não é "justo". Nada no universo funciona assim. Milagres e tragédias estão aí para nos mostrar que no sorteio cósmico nada é baseado em mérito.

Eu não levei em conta este contexto social onde a ingratidão, a mentira e a falta de caráter são moedas correntes, e assim como dois mais dois são quatro, eu colhi frutos do que plantei em solo salgado. Pusesse toda aquela energia em um livro e as coisas talvez... talvez fossem diferentes.

Mas não foi escrever livros que me encantou. Os workshops foram ótimos. Conheci um bocado de gente bacana. Botei mais o pé no chão, brinquei com lama, fiz muita arte, fiz grandes reformas, recebi muitos e muitos amigos queridos em casa, alguns velhos, alguns novos, vi todos os meus projetos materiais prosperarem e vi minha vida ficar cada vez mais plena e feliz, mesmo achando que não havia mais espaço para isso. Abençoado foi o momento onde toda a oposição só me desmotivou em passar mais tempo na frente do computador. Afinal, a vida é assim: a gente larga do que nos faz mal, agradece a lição e abre espaço para mais felicidade.

Um grande abraço a tod@s vocês!

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